vídeo: robson dalazen

Nós habitamos a paisagem, uma das formas de habitá-la e construí-la é o caminhar. Ao caminhar enfrentamos uma experiência vivida através da sensibilidade corporal de estar frente a frente, lado a lado com a paisagem, decidindo quais são os desígnios que desejamos para a nossa forma espaço-temporal. Assim, o caminhar, mesmo não sendo a construção física de um espaço, implica uma transformação do lugar e dos seus significados.
A empresa brasileira de correios e telégrafos, através de seus funcionários, faz isso diariamente, mesmo que indiretamente. Transportando de um lugar a outro interesses pessoais.
Nesse sentido, estas obras representam a idealização da paisagem através das placas metálicas transportadas pelos correios. Elas foram amassadas, deformadas e dobradas até, erráticamente, encontrar as paisagens escondidas na história do transporte dos gostos individuais. 
Após, tais paisagens foram evidenciadas com o risco de uma caneta hidrográfica branca.
Com isso, preenchemos de significados os espaços da transitoriedade, construindo geografias afetivas que tem poder sobre a construção coletiva da paisagem.

"paisagens transitórias" , 2017

caneta hidrográfica branca sobre placas metálicas

114x225cm

cubic - bienal internacional de curitiba, 2017

"paisagens transitórias" , 2017

caneta hidrográfica branca sobre placas metálicas

114x225cm

cubic - bienal internacional de curitiba, 2017

"paisagens transitórias" , 2017

caneta hidrográfica branca sobre placas metálicas

114x225cm

cubic - bienal internacional de curitiba, 2017

"paisagens transitórias" , 2017

caneta hidrográfica branca sobre placas metálicas

114x225cm

cubic - bienal internacional de curitiba, 2017

"paisagens transitórias" , 2017

caneta hidrográfica branca sobre placas metálicas

114x225cm

cubic - bienal internacional de curitiba, 2017

"paisagens transitórias" , 2017

caneta hidrográfica branca sobre placas metálicas

114x225cm

exposição individual - imersão volitiva

detalhe da placa offset